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Mosaico de três fotos sobre um evento de migração indígena e internacional no Brasil. À esquerda, pessoas com trajes tradicionais indígenas dançam no palco diante do público. Ao centro, um auditório lotado acompanha uma mesa-redonda onde uma projeção exibe o título "Os processos de migração internacional e indígena no Brasil: desafios para as políticas públicas". À direita, mulheres indígenas posam atrás de mesas cobertas com bandeiras e artesanatos em miçangas expostos para venda.
Mosaico com três fotos sobre o Centro de Memória da FCM-Unicamp: à esquerda, um homem palestrando ao lado de uma projeção; ao centro, uma vitrine com camisetas históricas e cartazes; à direita, um casal posando ao lado de um banner institucional.
Mosaico com três fotos do lançamento de um livro: à esquerda, pessoas conversando no evento; ao centro, exemplares do livro "Exposição Humana a Agrotóxicos"; à direita, o autor discursando ao lado da projeção de sua obra.
Foto em grupo de cerca de trinta pessoas sorrindo em uma sala de reuniões ou de aula. Elas estão posicionadas em pé e sentadas ao redor de mesas com papéis e materiais de escritório.
Fotografia em plano aberto de um grupo de cerca de vinte pessoas posadas lado a lado em um palco de madeira. Ao fundo, uma grande tela de projeção exibe o texto "25 anos da Triagem Neonatal - SRTN • CIPOI • FCM • UNICAMP".
Painel de três fotos de um evento acadêmico: à esquerda, uma pessoa opera um computador exibindo o slide "20 anos da PNPIC e do LAPACIS"; ao centro, cinco palestrantes sentados à mesa de honra do "Simpósio Internacional 20 anos da PNPIC e do LAPACIS – Estado da Arte, Conquistas e Desafios", com uma mulher falando ao microfone; à direita, plateia numerosa aplaudindo em um auditório.
Três fotos horizontais lado a lado mostram a posse da diretoria da FCM Unicamp. Na primeira, o público assiste em um auditório. Na segunda, cinco pessoas posam atrás de uma mesa verde segurando documentos, compondo a mesa diretiva: Dr. Lair Zambon, Secretário municipal de saúde; Professor doutor Cláudio Coy, diretor (2022-2026) da FCM; Dr. Paulo Cézar Montagner, Reitor da UNICAMP; Erich Vinicius de Paula, diretor (2026-2030) da FCM e Dra. Maria Laura Costa do Nascimento, Diretora Associada da FCM (2026-2030). Na terceira imagem, Claudio Coy, usando terno e gravata vermelha discursa no púlpito.
Uma colagem de três fotos em sequência horizontal registrando um evento institucional formal. Na primeira foto, à esquerda, um grande grupo de pessoas posa lado a lado no palco, algumas segurando certificados, em frente a uma grande tela de videoconferência. Na foto central, um grupo menor de homens e mulheres de terno sorri enquanto dois deles seguram uma placa ou certificado emoldurado. Na terceira foto, à direita, um homem de terno azul fala ao microfone em um púlpito de madeira, posicionado à frente das bandeiras do Brasil, da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) e da ONU (Organização das Nações Unidas).
Montagem com três fotografias de um evento acadêmico. Nas laterais, dois palestrantes aparecem falando ao microfone diante de apresentações projetadas. Ao centro, público acompanha a atividade em uma sala de aula universitária.
[13:05, 04/05/2026] Adyléia Aparecida Dalbo Contrera Toro: 1. Como o tema do Dia Mundial da Asma 2026 se reflete na realidade dos pacientes atendidos pela Unicamp? Esse tema reflete exatamente o que vemos na prática clínica. Muitos pacientes ainda chegam com a asma mal controlada porque utilizam apenas medicações de alívio, como o broncodilatador, e não fazem uso regular do tratamento anti-inflamatório. Na Unicamp, percebemos que, quando o paciente tem acesso adequado ao corticosteroide inalatório e recebe orientação correta, há uma redução importante das crises, das idas ao pronto-socorro e das internações. Ou seja, o problema muitas vezes não é falta de tratamento eficaz — ele existe — mas sim dificuldade de acesso, uso inadequado ou interrupção do tratamento. 2. Quais são hoje os principais desafios para garantir o acesso contínuo aos corticosteroides inalatórios no Brasil? Os desafios são múltiplos. Primeiro, existem questões estruturais, como a disponibilidade irregular desses medicamentos na rede pública em algumas regiões. Segundo, há barreiras econômicas, principalmente para pacientes que precisam adquirir medicações fora do sistema público. Além disso, existe um desafio importante relacionado à educação em saúde: muitos pacientes ainda não entendem que a asma é uma doença inflamatória crônica e que o tratamento precisa ser contínuo, mesmo quando estão sem sintomas. Também observamos dificuldades no uso correto dos dispositivos inalatórios, o que compromete a eficácia do tratamento. 3. De que forma eventos como o de hoje contribuem para a conscientização e a melhoria do cuidado com pessoas com asma? Esses eventos têm um papel fundamental. Eles ajudam a traduzir o conhecimento científico em informação acessível para a população, reforçando mensagens essenciais, como a importância do tratamento regular e do uso correto dos inaladores. Além disso, são oportunidades para capacitar profissionais de saúde, padronizar condutas e fortalecer políticas públicas. Outro ponto importante é dar visibilidade ao problema — mostrar que a asma é uma doença comum, potencialmente grave, mas que pode ser bem controlada quando tratada adequadamente [13:08, 04/05/2026] Adyléia Aparecida Dalbo Contrera Toro: No dia 30 de abril a equipe da Pneumo pediatria da FCM Unicamp fez uma força tarefa e realizou espirometrias de pacientes da Unidade Básica de Saúde de paciente que estavam há 6 meses aguardando para realizar esse exame para poderem pegar a medicação inalatoria pelo SUS