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Fotografia de grupo com 16 pessoas posando em pé em um estúdio de fundo branco. Os participantes estão organizados em duas fileiras, com homens e mulheres de diferentes idades vestindo roupas casuais e semiformais em tons variados. A maioria sorri para a câmera. O ambiente é simples, bem iluminado e sem elementos decorativos, destacando a equipe reunida para um retrato institucional.
Banner composto por fotografia de Erick de Paula e Maria Laura abraçados lado a lado, acompanhado por seu logo de campanha e arte abstrata ao fundo.
Uma foto de grupo panorâmica, capturada ao ar livre sob luz natural, apresenta um conjunto diversificado de aproximadamente 50 pessoas sorridentes, elegantemente vestidas em trajes casuais e semi-formais. O grupo está organizado em várias filas em pé e sentadas sobre um deck de madeira claro. O fundo revela a folhagem verdejante de árvores misturando-se com as fachadas de edifícios urbanos, sugerindo um ambiente de pátio na cidade. A imagem irradia uma sensação calorosa e de cooperação, congelando um momento de encontro.
Uma colagem de três fotos em sequência horizontal registrando um evento institucional formal. Na primeira foto, à esquerda, um grande grupo de pessoas posa lado a lado no palco, algumas segurando certificados, em frente a uma grande tela de videoconferência. Na foto central, um grupo menor de homens e mulheres de terno sorri enquanto dois deles seguram uma placa ou certificado emoldurado. Na terceira foto, à direita, um homem de terno azul fala ao microfone em um púlpito de madeira, posicionado à frente das bandeiras do Brasil, da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) e da ONU (Organização das Nações Unidas).
Mesa composta por cinco pessoas sentadas atrás de uma longa mesa coberta por toalha branca, durante um evento ou debate em auditório. Os participantes aparecem aplaudindo, com garrafas de água, copos e documentos sobre a mesa. Ao fundo, há uma projeção em tela branca. Parte do público aparece desfocada na parte inferior da imagem.
Montagem com três fotografias de um evento acadêmico. Nas laterais, dois palestrantes aparecem falando ao microfone diante de apresentações projetadas. Ao centro, público acompanha a atividade em uma sala de aula universitária.
Montagem com três imagens de um evento em auditório. À esquerda, um pequeno grupo musical se apresenta no palco, com instrumentos como flauta, violão e percussão, diante de uma projeção que menciona os 60 anos do Departamento de Psiquiatria da FCM Unicamp. Ao centro, o público ocupa as cadeiras do auditório, atento à programação. À direita, uma mulher fala ao púlpito no palco, com microfone, durante a cerimônia.
Mesa de cerimônia com três docentes sentados lado a lado em frente a um telão com a projeção “Departamento de Tocoginecologia – Faculdade de Ciências Médicas – Unicamp”. Ao centro, um homem de terno escuro fala ao microfone; à esquerda, uma mulher de óculos sorri; à direita, outro homem de terno observa atentamente. Sobre a mesa há garrafas de água, taças, placas de identificação e arranjos de orquídeas. Ambiente formal de evento acadêmico.
A imagem apresenta uma montagem composta por três cenas distintas que sugerem um contexto de saúde ou conscientização corporativa. À esquerda, uma profissional de saúde vestindo jaleco branco realiza uma palestra em um auditório para um pequeno público. No centro, em destaque, uma pessoa utiliza um dispositivo portátil de monitoramento respiratório ou bafômetro, que possui uma tela digital exibindo uma interface gráfica colorida. À direita, um grupo numeroso de profissionais sorri para uma foto coletiva em um ambiente de escritório decorado com balões azuis e brancos, transmitindo uma atmosfera de celebração ou conclusão de um evento educativo.
[13:05, 04/05/2026] Adyléia Aparecida Dalbo Contrera Toro: 1. Como o tema do Dia Mundial da Asma 2026 se reflete na realidade dos pacientes atendidos pela Unicamp? Esse tema reflete exatamente o que vemos na prática clínica. Muitos pacientes ainda chegam com a asma mal controlada porque utilizam apenas medicações de alívio, como o broncodilatador, e não fazem uso regular do tratamento anti-inflamatório. Na Unicamp, percebemos que, quando o paciente tem acesso adequado ao corticosteroide inalatório e recebe orientação correta, há uma redução importante das crises, das idas ao pronto-socorro e das internações. Ou seja, o problema muitas vezes não é falta de tratamento eficaz — ele existe — mas sim dificuldade de acesso, uso inadequado ou interrupção do tratamento. 2. Quais são hoje os principais desafios para garantir o acesso contínuo aos corticosteroides inalatórios no Brasil? Os desafios são múltiplos. Primeiro, existem questões estruturais, como a disponibilidade irregular desses medicamentos na rede pública em algumas regiões. Segundo, há barreiras econômicas, principalmente para pacientes que precisam adquirir medicações fora do sistema público. Além disso, existe um desafio importante relacionado à educação em saúde: muitos pacientes ainda não entendem que a asma é uma doença inflamatória crônica e que o tratamento precisa ser contínuo, mesmo quando estão sem sintomas. Também observamos dificuldades no uso correto dos dispositivos inalatórios, o que compromete a eficácia do tratamento. 3. De que forma eventos como o de hoje contribuem para a conscientização e a melhoria do cuidado com pessoas com asma? Esses eventos têm um papel fundamental. Eles ajudam a traduzir o conhecimento científico em informação acessível para a população, reforçando mensagens essenciais, como a importância do tratamento regular e do uso correto dos inaladores. Além disso, são oportunidades para capacitar profissionais de saúde, padronizar condutas e fortalecer políticas públicas. Outro ponto importante é dar visibilidade ao problema — mostrar que a asma é uma doença comum, potencialmente grave, mas que pode ser bem controlada quando tratada adequadamente [13:08, 04/05/2026] Adyléia Aparecida Dalbo Contrera Toro: No dia 30 de abril a equipe da Pneumo pediatria da FCM Unicamp fez uma força tarefa e realizou espirometrias de pacientes da Unidade Básica de Saúde de paciente que estavam há 6 meses aguardando para realizar esse exame para poderem pegar a medicação inalatoria pelo SUS